terça-feira, 21 de abril de 2015

Vai uma tapioca ai?

Tapioca, é o nome de uma iguaria tipicamente brasileira, de origem indígena e descoberta em Pernambuco, feita com afécula extraída da mandioca, também conhecida como goma da tapioca, tapioca, goma seca, polvilho e polvilho doce. Esta, ao ser espalhada em uma chapa ou frigideira aquecida, coagula-se e vira um tipo de panqueca ou crepe seco. O recheio varia, mas o mais tradicional é feito com coco ou queijo coalho. É um quitute muito comum no Nordeste e Norte do Brasil. (fonte wikipédia)

Na Paraíba temos a famosa tapioca recheada no município do Cajá, lanche preferido dos viajantes que seguem sentido a capital João Pessoa, ou do litoral ao interior do estado. Então vocês já sabem, passando pela Paraíba na BR230 parem e provem os diversos sabores das tapiocas no Cajá.

terça-feira, 14 de abril de 2015

Vem ai a 'I Copa Morada do Sol de Judô' em Patos

No dia 23 de maio Patos sediará a 'I Copa Morada do Sol de Judô', evento esse realizado por Edwindson da Silva Amorim, conhecido por Dudu Amorim do Judô Morada do Sol e contará com participações confirmadas de competidores do sertão ao litoral paraibano.

As inscrições estão abertas no valor de R$ 25,00, para todas as categorias tanto no masculino, quanto no feminino. Brindes serão sorteados com os participantes.

No dia do evento, as competições terão início com um festival especial de crianças que tem entre 05 e 10 anos, na sequência acontece o absoluto, onde os competidores disputarão medalhas e uma premiação em dinheiro para o campeão. O valor da premiação será de 70% do que for adquirido com as inscrições.

Para Dudu Amorim, a realização da ‘I Copa Morada do Sol de Judô’ representa o alcance de uma conquista. Pois hoje está seguindo com seus próprios passos e podendo contar como apoio dos seus alunos, mais amigos que alunos e das pessoas que acreditam em seu trabalho, é gratificante e recompensador.

“Convido a população para se fazer presente ao evento e prestigiar o esporte que mais trouxe medalhas olímpicas para o Brasil. E hoje reconhecido pela UNESCO como esporte educativo, já fazendo uns anos que é parte da grade curricular da maioria das escolas brasileiras, sejam elas públicas ou privadas” - Dudu Amorim.


Maiores informações:


Dudu Amorim
Tim (83) 9908-4909
Oi (83) 8805-4731
E-mail: dudujdd@yahoo.com.br 

Paulinho da Costa, o brasileiro que tocou com Michael Jackson e Madonna

Poucos sabem que o hit "La Isla Bonita", de Madonna, recebeu esse nome de um mecânico mexicano especializado em carros Mercedes Benz. Ou que a gravação original da música "Wanna Be Startin' Somethin'", do Michael Jackson, tem uma cuíca no meio. Ou ainda que a batida que serve como base da faixa "Brazilian Rhyme", do Earth, Wind & Fire, foi feita com duas colheres de cozinha.
O responsável por essas sutis presenças latinas em alguns dos principais sucessos da música pop mundial é o percussionista Paulinho da Costa, 66 anos, carioca do Irajá que gravou com mais 900 músicos diferentes, como Lionel Ritchie, Aretha Franklin, Ella Fitzgerald, Elton John, Eric Clapton e Bob Dylan, entre muitos outros.
Muito famoso entre os músicos de todo o mundo, Paulinho, no entanto, é praticamente desconhecido entre o público brasileiro, fato que não incomoda nem um pouco o artista. "É o meu trabalho", diz ele, que fará uma das raras apresentações no Brasil nos dias 8, 9 e 10 de maio no Sesc Pinheiros, em São Paulo, dentro do projeto "As Margens dos Mares", com artistas portugueses e africanos.
"Eu já participei de inúmeros hits "number one". Alguns artistas passaram a vida gravando músicas e nunca chegaram ao topo. Eu já perdi a conta" Paulinho da Costa, percussionista
Entre as canções mundialmente famosas em que Paulinho participou, está nada menos que "We Are the World", o hino composto por Michael Jackson e Lionel Ritchie que reuniu as principais estrelas do pop em uma campanha de combate à fome na África e completou três décadas neste ano. O percussionista, aliás, foi o único brasileiro a participar do projeto. "Tinha tanta gente famosa lá, que [o maestro responsável pelo arranjo da música] Quincy Jones colocou na entrada do estúdio um cartaz escrito: 'Deixem o ego do lado de fora'", lembra o artista, que conversou com UOL por telefone, de Los Angeles, onde mora.
Paulinho vive há mais de 40 anos nos Estados Unidos. Ele viajou pela primeira vez para Los Angeles a convite de outro brasileiro famoso no exterior, o pianista Sergio Mendes, em 1972. Em 1976, ele fez sua primeira gravação, "Love Machine", do grupo The Miracles, com a lenda do soul Smokey Robinson.
"Eu já participei de inúmeros hits 'number one', inclusive esta minha primeira gravação com o Miracles. Alguns artistas passaram a vida gravando músicas e nunca chegaram ao topo. Eu já perdi a conta", diz, citando "All Night Long", de Lionel Ritchie, e "(I've Had) The Time of My Life", gravada por Bill Medley e Jennifer Warnes para a trilha sonora do filme "Dirty Dancing". Em seguida, Paulinho foi trabalhar com o trompetista Dizzy Gillespie, um dos maiores ícones do jazz, e depois com o produtor Norman Granz, um dos principais empresários ligados ao jazz nos EUA. "A partir daí, minha carreira deslanchou".
Nome da música em troca de foto autografada
Em 1986, Madonna convidou Paulinho da Costa para dar um tempero, ou como ele gosta de dizer, uma "pimentinha latina", em uma faixa ainda sem título. Deu certo, e ele até foi convidado a participar do videoclipe da música, no qual aparece, logo na primeira cena, tocando bongô. Mas, antes de lançar a canção, Madonna tinha um problema. Ela queria um título latino para a faixa, mas não sabia qual. Por isso pediu uma dica a Paulinho. "Como ela queria um nome latino, liguei para um amigo mexicano, um mecânico que conserta Mercedes. Ele me sugeriu: 'La Isla Bonita'. Madonna amou. Em troca, meu amigo pediu apenas uma foto autografada, e Madonna assinou na hora", lembrou Paulinho. "Eu tive uma relação profissional muito próxima com ela".
Reprodução
Paulinho da Costa, no clipe de "La Isla Bonita"
Dentre os diversos artistas com os quais Paulinho trabalhou, no entanto, Michael Jackson foi o maior. E a presença do percussionista nos hits do Rei do Pop são muitas. Ele até incluiu uma cuíca brasileira em "Wanna Be Startin' Somethin'" (ouça prestando bastante atenção entre os 2min23s e os 2min30s da música), herança da época em que morava no Brasil e tocava na ala jovem da bateria da escola de samba Portela. "Eu fiz com a cuíca o mesmo riff que se fazia com a guitarra, e Michael adorou", revelou o músico que também inseriu uma cabaça metálica em "Billie Jean". Em sua casa, Paulinho tem quase uma tonelada de instrumentos de percussão vindos do mundo inteiro. "Eu coleciono".
Feijuca na casa de Quincy Jones
Das recordações que guarda de Michael Jackson, ele lembra quando ajudou a organizar uma feijoada vegetariana na casa de Quincy Jones, preparada pela cozinheira Remi Vale Real, mineira de Curvelo que cozinhava para o Rei do Pop. "Quincy me perguntou quando eu iria fazer um feijão brasileiro para ele. Eu disse que era só marcar. E ele marcou", lembra. "Quincy adora um churrasquinho também, mas não rolou naquele dia porque Michael não comia carne." O banquete teve ainda a presença do ator Sidney Poitier e do músico Burt Bacharach. "Mas Michael já tinha comido feijoada outras vezes. Aquela não foi a primeira vez." 
Outra lembrança de Paulinho é de uma visita ao rancho Neverland. "Michael sempre gostou da natureza. Lá no sítio (Neverland), ele se inspirava, subia nas árvores e tinha muitas ideias. Ele tinha um estúdio em casa, onde gravamos algumas coisas."
"Michael tinha muitas músicas guardadas. Ele estava animado e queria voltar para os palcos. É uma pessoa que nunca vou esquecer".Paulinho da Costa
Em algumas músicas de Michael, é possível ouvir a respiração ofegante do Rei do Pop. O que poucos sabem, porém, é que algumas dessas respirações eram de Paulinho. "Ele gostava disso porque dizia que a máquina não tem sentimento. Ele começou a captar esses detalhes", lembra. Outra curiosidade é a de que Michael Jackson eventualmente ia até ao banheiro para cantar. "Era para ouvir o eco natural, o mesmo efeito que se faz com o reverb."
A última vez em que Paulinho conversou com Michael foi um pouco antes de ele começar a produção do show "This Is It", que não chegou a acontecer e foi mostrado em forma de filme após a morte do astro. "Michael tinha muitas músicas guardadas. Ele estava animado e queria voltar para os palcos. É uma pessoa que nunca vou esquecer."
Fonte: entretenimento UOL

Almoço reforçado no nordeste é assim!

Quem é nordestino sabe que para um almoço ser bem reforçado, tem que ser com uma buxada de bode acompanhada de farofa de feijão com cuscuz e um caldo bem quentinho.

Sirvam-se bem!!!

sexta-feira, 10 de abril de 2015

II Peleja de Bandas abre sequência de eventos culturais em Patos

Patos será palco do II Festival Peleja de Bandas, que acontece neste sábado, dia 11 de abril, na praça Getúlio Vargas, em pleno Centro da cidade. O evento que tem como objetivo incentivar a produção musical alternativa e independente, é uma iniciativa do grupo artístico CULTURA PÚBLICA (CULP), que tem a frente o artística plástico e promotor de eventos, Washington Queiroz.
Segundo explicou Queiroz, a exemplo do ano passado, muitas bandas estão entrando em contato e interessadas em participar. “A procura está sendo muito boa e esperamos repetir o sucesso da primeira edição. Nossa intenção é unir cada vez mais as bandas e músicos, e ainda o público que movimenta a cena musical independente, disponibilizando esse canal para que conheçam mais de perto os artistas da terra e o trabalho autoral feito por eles”, destacou.
O show da noite será da banda campinense Casa Verde, que vem com um repertório montado em cima de grandes clássicos da musica brasileira, a exemplo de Jorge Ben, a Nação Zumbi, Tim Maia, Otto, Pedro Luiz e a Parede, entre outros. A Beatitude Rock Band da cidade de Patos fará uma participação no evento, mesclando músicas autorias e covers de bandas conhecidas do público rockeiro.  
Regras:
Serão 20 minutos para cada banda, incluindo entrada e saída de palco. Duas músicas serão apresentadas, sendo uma autoral e outra a cargo da banda. Apenas a autoral concorrerá à disputa. Em resumo, a banda terá duas músicas ou 20 minutos para atuar no palco. 
Maiores informações ligar para: (83) 8825-2554.


Assessoria

Confiram a programação do 'Festival Espinho Branco de Artes'

O Festival Espinho Branco é uma realização do Coletivo Espinho Branco, um agrupamento de amigos que vem balançando a cena cultural da cidade desde 2013, com ações voltadas para o universo artístico, sempre de forma gratuita. Neste ano de 2015, o evento promete um amadurecimento em sua produção, com atividades que contemplam as diversas modalidades artísticas, indo de música, cinema, teatro até literatura, incluindo oficinas. Para a realização deste evento tiveram participação importante enquanto parceiros a Prefeitura Municipal de Patos, Centro Cultural Banco do Nordeste/Sousa, FUNESC e Sintep.

O Festival começa na quarta-feira, 15, com um sarau lítero musical no Bar do Tião. A escolha do bar se deu pelo clima intimista e ao mesmo tempo aberto ao público. 

A grande novidade fica por conta da participação da nacionalmente conhecida DJ Kylt (João Pessoa-PB). Além de DJ, é criadora de remixes, mashups e ainda atua com produção cultural e design gráfico no campo da música. Percorreu vários horizontes com o seu som e atualmente é reconhecida por sua engenhosa técnica e primorosa pesquisa musical no campo das práticas musicais etnográficas. A noite de quinta-feira conta com a sua discotecagem e no dia seguinte, dia 17, ela fala de sua experiência e faz uma troca com músicos e simpatizantes no Centro de Cultura, às 17h, com a temática: “Etnografia musical, produção cultural e o caráter do DJ neste contexto".

Duas oficinas serão oferecidas: Roteiro para cinema e Técnicas de Interpretação Para Espaços Alternativos. Ambas serão ministradas no Sintep. Informações pelo email: veruza.guedes@gmail.com ou pelo telefone (83) 9845 4476.

O Cineclube Urbanocine de Natal-RN é o convidado especial na quinta-feira, trazendo uma mostra de filmes paraibanos e potiguares. Também acontece na Concha Acústica.

Para a noite de encerramento três bandas fazem o show de encerramento, com uma multiplicidade cultural trazendo esse viés de diversidade que o Festival pretende. São elas:

BANDA AFRÔS (SÃO LUIS – MA)
As músicas “afroDITAS” - nesse caso sublinhando o “ditas” para ressaltar a idéia de que dizer e cantar ao mundo é tarefa primordial na obra do grupo - são ora poéticas ora politizadas, sociais, bem-humoradas etc; todas regadas de muita percussão (foco do grupo), harmonias e melodias. A musicalidade delas prima pela música popular maranhense , mostrando que é possível resgatar o folclore do estado atraindo um público cada vez mais atento para a cultura e capaz de valorizar a música da região.

VIEIRA (JOÃO PESSOA-PB)
Com sonoridade mista e psicotrópica, influenciada pelo pop psicodélico dos Beatles, o Soul-samba-rock exalados por Jorge Ben e Tim maia, e as baladas a base de sétimas maiores proviniente dos Los Hermanos;
Vieira opta por se resumir à música alternativa independente, ou "indie".

BANDA NAÇÃO NATIVA (PATOS-PB)
A banda vem desenvolvendo um trabalho com músicas que tratam tanto de assuntos ligados à natureza, amor, paz como também dar ênfase as causas sociais e problemas do mundo em geral. Sendo a primeira banda dos sertões a lançar o ritmo jamaicano no cenário musical, assim disseminando as mensagens do reggae para outra cultura.

Assessoria

Divulgadas as bandas para 'O Grito Rock Patos 2015', confira!

Para se apresentarem na terceira edição do Grito Rock Patos 2015, que acontecerá na Concha Acústica no dia 18 de abril, foram selecionadas duas bandas locais e duas de outras cidades, João Pessoa e Campina Grande respectivamente, o evento também contará com a realização de Campanhas do Grito.

As bandas selecionadas foram:

Banzine (João Pessoa-PB); Formada no final de 2014, inicialmente para tocar antigas musicas gravadas em uma fita k7 que o vocalista Alfredo Cantalice havia guardado. Com a combinação das influências de cada integrante, logo surgiram várias outras composições novas, tanto de Alfredo, quanto do baixista, Phelipe Andrew. Na bateria o comando fica por Rodolf Ramalho.

New Band (Campina Grande-PB); Segue o estilo Trash Metal foi formada em 2010 na cidade de Campina Grande, estado da Paraíba e é composta por Diego Emanuel (vocal/guitarra), Gustavo Edny (guitarra/vocal), Janduy Costa (baixo) e José Eduardo (bateria).

Beatitude Rock Band (Patos-PB); Surgiu na cidade de Patos (PB) em meados de 1997, quando na cidade não existia nenhuma banda de rock na ativa. Inicialmente a primeira formação composta por quatro integrantes, tocava covers de bandas punks brasileiras e internacionais, além de rock nacional dos anos 80 e sons da cena grunge a exemplo da banda Nirvana. Hélio Barbosa (vocal), Anderson Nóbrega (Guitarra), Romário Pinho (Baixo) e Valdemiro Filho (Mirinho) (Bateria)

Mamulengo Eletrônico (Patos-PB); Na estrada desde o ano de 2013, a banda trás ao cenário musical brasileiro uma mistura musical denominada "Mamulengo Grove" com influências do Rock Trash, música afro-brasileira, música popular nordestina, hip hop, entre outros estilos. A banda conta com Rafa Chateaubriand (vocal), Lanlan Dias (guitarras e vocal) e Dj Iorigan (eletrônicos).

sábado, 4 de abril de 2015

Patos terá mês de abril com festival de artes e muito rock'n roll

O mês de abril em Patos será bem agitado com eventos alternativos, começando no dia 11 de abril com a 2ª edição do Peleja de Bandas, passando pelos dias 15 à 17 com o Festival Espinho Branco de Artes e encerrando a maratona de eventos, no dia 18 acontece a 3ª edição do Grito Rock Patos.

Peleja de Bandas

Dando sequência ao que foi um sucesso ano passado, a Peleja de Bandas busca em sua segunda edição aumentar o número de bandas e grupos alternativos, que possam sair do anonimato e ganhar nome junto aos demais que já fazem um som alternativo pela cidade de Patos.

"O Peleja de Bandas é um evento que gostaríamos muito que permanecesse todos os anos,pois sabemos o quanto é importante um espaço para determinada banda de garagem,espaço que as vezes se limita para bandas de maior nome, é muito gratificante para a produção ver aquela banda que era desconhecida até então, e em seguida ficar conhecida e ser destaque em nossa cidade, é o significado de tudo, entendeu? Então é isso, é uma sensação maravilhosa e gostaríamos muito que os nossos órgãos públicos e empresas nos apoiassem sempre". Disse Washington Queiroz.

Ainda segundo Washington, uma das novidades do evento esse ano é a volta da banda Caixa Verde, de Campina Grande e também agora como convidada, a banda patoense Beatitude, que ano passado havia disputado o Peleja, dentre outras atrações ainda à serem confirmadas.

Festival Espinho Branco de Artes

A primeira edição do Festival Espinho Branco de Artes, foi uma idéia de reforçar a identidade do Coletivo Espinho Branco, que é de Patos, pois durante dois anos seguidos, 2013 e 2014, investiu na realização do Grito Rock que é de autoria do grupo de cultura independente Fora do Eixo, composto por coletivos em vários estados do Brasil.

Com isso, o Coletivo Espinho Branco apresenta à população patoense um festival de múltiplas atividades, envolvendo cinema, poesia, teatro, oficinas e claro, muita música no dia do encerramento.

"O povo de patos é sedento por atividades culturais e participam bem de atividades assim. A recepção pra esse evento não é diferente, existe uma expectativa interessante. Nossos eventos são fruto de muito esforço, mas principalmente nos divertimos muito enquanto produzimos, afinal não tem fins lucrativos". Afirmou Veruza.

Grito Rock Patos 2015

A terceira edição do Grito Rock Patos, festival de artes integradas que acontece simultaneamente em 300 cidades e 30 países, através da Rede de cultura independente Fora do Eixo, nesse ano de 2015, ganhou a parceria da CULP (Cultura Pública), que tem Washington Queiroz à frente.

"Ficamos muito felizes em sermos convidados para a produção local,pois estamos falando de um evento alternativo de renome a nível mundial, a CULP tem como objetivo principal valorizar a nossa cultura e estamos sempre de braços abertos para fazer a cultura acontecer". Disse Washington Queiros.

Cartazes dos eventos






sexta-feira, 3 de abril de 2015

Kiko Loureiro agora faz parte da banda americana Megadeth

Após 23 anos de carreira orquestrando uma das maiores bandas de metal do brasil, o guitarrista Kiko Loureiro agora alça novos vôos, sua nova casa será a banda estado-unidense Megadeth.

O anúncio oficial foi feito pelo líder da banda americana, Dave Mustaine, no site oficial da banda, com uma foto ao lado do guitarrista brasileiro.

"Conheci Kiko há uns oito anos para uma foto de capa da revista 'Burrn!'. Eu não tinha ideia de quem ele era, a não ser pelo fato de que era tremendamente talentoso e que a equipe da 'Burrn!' tinha muita consideração por ele. Desde então, descobri como ele é um guitarrista virtuoso, e estou profundamente animado por sua profundidade e seu talento. Poucos pupilos do Megadeth tiveram a habilidade e o sentimento de Kiko. Como Frank Sinatra disse: 'O melhor está por vir!'", escreveu Mustaine.

Para os integrantes do Angra, é mais que uma honra a ida de Kiko para o Megadeth, pois um talento brasileiro ganha status à nível mundial.

"Caramba! Minha espinha ainda está dando arrepios! O Kiko no Megadeth! Uau! Que orgulho! Conheço o Kiko há muitos anos e sei que ele merece mais do que ninguém esta grande oportunidade. Digo sempre que temos uma relação de irmãos e, sendo assim, desejamos sempre o melhor um para o outro. O Kiko vem trilhando sua carreira com muita seriedade e talento". Disse Rafael Bittencourt.

"Tenho muito orgulho do meu amigo e desejo a ele somente o melhor! Esse é o começo de uma jornada incrível, onde ele passa a andar ao lado de lendas, um lugar que ele certamente merece". Falou Felipe Andreoli.

A estréia de kiko em Megadeth ainda não foi divulgada, visto que o guitarrista ainda cumprirá com alguns compromissos firmados com o Angra.

Foto: arquivo pessoal de Kiko Loureiro
As falas de Bittencourt e Andreoli, foram retiradas da página oficial do Angra no facebook.

quarta-feira, 1 de abril de 2015

John Travolta e Olivia Newton John regravam Grease - Nos tempos da brilhantina, 30 anos depois

Em 2012 Jonh Travolta e Olivia Newton se reencontraram para regravar um dos maiores clássicos musicais de cinema na década de 80, Grease - Nos tempos da brilhantina.

Vamos juntos reviver os bons musicais do cinema.  


Fonte: www.youtube.com/watch?v=zIeU7tWdHfY

Com grande sucesso, Festival PlayComic abre as portas para eventos pop, nerd, geek e otaku em Patos

Patos deu seu primeiro passo nos eventos de cultura pop, nerd e otaku, com a realização do primeiro Festival PlayComic, onde numa série de atividades como o concurso de Cosplay, Just Dance, mesas de RPG e jogos eletrônicos, jovens e adultos de todos os recantos da Paraíba poderam se divertir e mostrar suas habilidades.

O PlayComic foi realizado no último domingo, 29 de março, no Colégio Cristo Rei, começando às 9h e teve seu término às 21h, contando com a participação do dublador Fábio Lucindo, que interpretou personagens conhecidos como Ash (Pokemom) e Shinji Ikari (Evangelion).

Tivemos uma conversa rápida com o organizador do evento Junior Misaki, que nos falou sobre o esforço, empenho e a satisfação que foi a concretização do projeto e a realização do primeiro Festival PlayComic em Patos.

Valeu a pena todo o esforço e empenho dedicado para a realização de um projeto diferente, numa região e cultura tão tradicionalista, como no caso, no alto sertão?

Valeu a pena, sim. O público deu a resposta que precisávamos. Esperávamos no máximo 300 pessoas, e o público foi quatro vezes maior. Fiquei admirado com o número de pessoas da cidade fantasiadas com cosplay de seus personagens favoritos no evento. Receber caravanas de fora também foi muito gratificante.

Após o PlayComic, é possível dizer que Patos dará uma atenção maior, tanto por parte dos poderes públicos, quanto da iniciativa privada com os próximos eventos e festivais de cultura pop, nerd e otaku?

Não sei se a iniciativa pública dará uma maior atenção a isso. Mas por sermos pioneiros e ter sido um trabalho literalmente voluntário, creio que o poder público deveria reconhecer essa ação, já que a sociedade aplaudiu de pé. Algumas pessoas que estavam conosco de inicio, nos prometendo ajuda, sumiram e só vieram aparecer no final quando as coisas depois de muito suor já tinham sido resolvidas. Isso nos deixou muito magoado e aprendemos a não esperar por ninguém, principalmente por discurso político barato.

Sobre a iniciativa privada, embora tenha sido algo novo (e o que é novo muitas vezes assusta), o comercio mesmo em época de crise, nos recebeu muito bem, e todos os nossos patrocinadores estão satisfeitos em ter associado a sua marca em nosso Festival, pois eles ganharam um retorno positivo na divulgação, estamos felizes com isso.

Além do sucesso do evento, qual foi sua maior satisfação durante a realização do 1º PlayComic?

Nossa maior gratificação foi ter entrado numa guerra nuclear com um canudo como arma e sair vencedor. Temos absoluta certeza que o PlayComic gerou uma nova onda cultural na cidade que quem foi vai se lembrar pelo resto da vida. Ver caravanas de fora da cidade e até mesmo do estado, e pessoas que são acostumadas a irem para eventos regionais elogiando o nosso festival, cumpriu todas as expectativas que esperávamos.

Deixe seu recado para aqueles que não acreditaram na realização do evento, como também para aqueles que não poderam participa dessa primeira edição do PlayComic.

Lamento muito para quem perdeu essa oportunidade, e esperamos que outros investidores da cultura pop possa surgir nesses próximos tempos, pois a cidade demonstrou que tem tudo para ser um polo de referência regional em eventos do tipo. Agradeço a todos que foram nos prestigiar, construímos uma história para a cidade, com o apoio de quem realmente tem palavra, e sem precisar de pedir esmolas.

Confiram algumas fotos do evento.









Todas as fotos foram retiradas do grupo do festival no facebook.